O Paris Saint-Germain terá entrado em cena para 'resgatar' Fede Valverde do Real Madrid, na sequência da tão badalada discussão com Aurélien Tchouaméni, em pleno balneário, que lhe valeu um traumatismo cranioencefálico, assim como uma multa no valor de 500 mil euros a ambos.
De acordo com informações adiantadas, esta quinta-feira, pelo jornal espanhol As, um elemento da direção liderada por Nasser Al-Khelaifi terá contactado a encabeçada por Florentino Pérez, no passado fim de semana, para procurar perceber ao certo o que teria acontecido, assim como se isso teria algum tipo de impacto naquilo que esta tem planeado para o internacional uruguaio.
A resposta, no entanto, não foi a desejada. Isto porque, ainda que o ambiente que se vive no seio do plantel esteja longe de ser o melhor, os merengues mantêm total confiança nas qualidades futebolísticas do jogador de 27 anos de idade, com o qual têm contrato válido até junho de 2029.
Aliás, o emblema blanco só admitiria abrir mão do médio a troco de uma verba situada entre os 100 e os 120 milhões de euros. Há, ainda, que ter em conta que o próprio médio não tem qualquer intenção de abandonar o Santiago Bernabéu, pelo que esta nunca seria uma operação de simples concretização.
A mesma publicação acrescenta que o Manchester City também tem vindo a acompanhar esta 'novela' com particular atenção, até porque é um confesso admirador das qualidades do sul-americano, tendo mesmo chegado a tentar recrutá-lo, no desenrolar do passado mercado de transferências de verão.
Na altura, as pretensões dos ingleses (que têm Hugo Viana como diretor desportivo) esbarraram na intransigência dos espanhóis, pelo que viraram atenções para o neerlandês Tijjani Reijnders, que acabaria por chegar ao Etihad Stadium, proveniente do AC Milan, a troco de uma verba na ordem dos 55 milhões de euros.
À atenção de... Mourinho
O 'assédio' de PSG e Manchester City a Fede Valverde estará, de resto, a merecer um olhar curioso de... José Mourinho, que continua a ser apontado como o mais forte candidato a suceder a Álvaro Arbeloa no comando técnico do Real Madrid, com vista à próxima temporada desportiva de 2026/27.
O treinador português, recorde-se, chegou ao Benfica no passado mês de outubro (semanas depois de ter sido demitido do leme do Fenerbahçe), tendo assinado um contrato válido até junho de 2027, com uma cláusula que facilitaria a rescisão mediante a decisão de qualquer uma das partes, se ativada dez dias após o último jogo da época.
Uma medida que implicaria uma indemnização na ordem dos três milhões de euros, e que teve como objetivo, sobretudo, salvaguardar o facto de o vínculo ter assinado a escassas semanas das eleições para a presidência do clube, que acabariam por reconduzir Rui Costa no cargo, após uma história segunda volta, perante João Noronha Lopes.
As águias ainda não desistiram de manter o Special One, mas o 'chamamento' por parte do clube que o próprio comandou, entre 2010 e 2013, poderá revelar-se forte o suficiente para o levar mesmo a regressar ao Santiago Bernabéu.
