Rui Silva REVELA Objetivo: 'Quero o TRI no Sporting' e Aponta MEGA Referência

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Rui Silva concedeu, esta quinta-feira, uma extensa entrevista ao programa 'Futebol Arte', transmitido pela Sport TV, na qual abordou diversos temas, começando, desde logo, pela ambição de ajudar o Sporting a sagrar-se tricampeão nacional, depois de já ter participado na conquista do 'bi', na passada temporada de 2024/25.

"Sim, seria muito importante. Estou muito grato por poder estar aqui, a ajudar o Sporting e a contribuir com títulos. Sem dúvida que, para mim, foi muito gratificante chegar a uma equipa grande. Trabalhei muito para isso, e, felizmente, estou desfrutar disso, agora", afirmou o internacional português, que levantou, ainda, o 'véu' sobre o trabalho levado a cabo diariamente, junto da equipa técnica liderada por Rui Borges.

"Aqui, no Sporting, o guarda-redes é muito solicitado. O mister pede constantemente aos centrais para jogarem com o guarda-redes, e quebrar a pressão é importante. Sentimo-nos úteis, seja no início da construção ou noutra situação", apontou o antigo jogador de Nacional, Granada e Real Betis.

"Gosto de participar, e, depois, é a precisão como colocas a bola no lateral, no ponta… Tens de ser preciso, para não correres riscos, e é o que nos diz o nosso treinador. Na dúvida… não há dúvida, bate longo, risco zero (...). Aqui, os guarda-redes também fazem posse de bola, é fundamental para criar rotinas e hábitos com os nossos colegas", completou.

"Ter Stegen é uma referência"

Nesta mesma entrevista, Rui Silva nomeou alguns dos guarda-redes do Sporting que mais o marcaram ao longo de toda a sua carreira nesta posição: "Vários... desde Peter Schmeichel, Nélson, Tiago, que, agora, é meu treinador de guarda-redes, e também Rui Patrício que é uma grande referência".

"Cada vez se consegue distinguir mais. No meu tempo, quando iniciei, não se falava tanto em guarda-redes. O meu primeiro treinador nessa área foi com apenas 18 anos, e não tive aquela escola necessária. Sabia defender, mas não estava identificado com as partes técnicas que são cada vez mais importantes", refletiu.

No entanto, sublinhou, aquele que mais o impressiona é Marc-André ter Stegen, internacional alemão que milita ao serviço do Barcelona: "É uma referência. Cada vez mais um guarda-redes é um jogador de equipa, muito mais solicitado, antigamente apenas servia para defender. Agora tem de ter uma leitura da profundidade, saber construir... enfim. Na minha opinião Ter Stegen é um dos mais completos. Um grande modelo para todos os guarda-redes".

As dificuldades de ser "guarda-redes de equipa grande"

A terminar, Rui Silva assumiu que foi em 2021, quando trocou o Granada pelo Real Betis, que sentiu, pela primeira vez, as dificuldades inerentes a ser "guarda-redes de equipa de grande": "Estive muitos anos no Nacional e no Granada, equipas onde tive de me adaptar a uma forma diferente, pois eram os adversários que tinham posse e tinha mais trabalho".

"Quando cheguei ao Real Betis, foi diferente, e, no início, custou-me bastante. Com uma defesa muito mais subida, a controlar a profundidade, mais leitura... E qualquer deslize é fatal. Ficamos muito tempo sem participar no jogo, e, quando eles vão à nossa baliza, temos de estar lá!.É preciso manter o foco e concentração para ser eficaz. Esta posição tem muito a ver com isso", rematou.

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