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Mourinho 'Mexeu' no Benfica e Pavlidis Desatou a Marcar! Está Tudo a Mudar?

 


O Benfica arrancou o ano de 2026 com o regresso aos triunfos na I Liga, este sábado, ao bater o Estoril (3-1), no Estádio da Luz, reaproximando-se aos rivais Sporting e FC Porto, sendo que foi preciso José Mourinho meter o dedinho, como o próprio já mencionou em tempos, para que Vangelis Pavlidis fizesse tudinho.

O avançado grego só começou a dar show para lá da meia hora de jogo ao aproveitar uma grande penalidade cometida por Alejandro Marqués, após um alerta do VAR, para inaugurar o marcador, ao minuto 34. Não foi preciso esperar muito para aparecer o bis, com direito a uma valente chapelada a Joel Robles, aos 45+1'.

À beira do intervalo, o ex-Benfica João Carvalho (45+3') ainda relançou a partida e retirou qualquer margem de conforto às águias, já depois de alguns assobios ouvidos nas bancadas do Estádio da Luz durante a primeira parte da partida.

A verdade é que, após alguns sustos, tudo ficou sentenciado com o hattrick de Pavlidis (80'), com influência de José Mourinho, ao ter apostado no reforço Sidny Cabral. O recém-entrado tratou de rubricar uma assistência num dos primeiros momentos em que teve a bola nos pés.

Por esta altura, o Benfica soma agora 39 pontos no terceiro lugar e fica a três do bicampeão Sporting. Já o líder FC Porto está a sete pontos de distância, sendo que a diferença pode voltar a ser de dez, em caso de triunfo nos Açores, este domingo, diante do Santa Clara.

Vamos então às notas da partida:

Figura

Nem há outra hipótese. Vangelis Pavlidis foi letal na hora de regressar aos golos no Benfica. Teve quatro ocasiões, marcou três e foi o grande responsável pelo triunfo. O avançado grego não só rubricou o seu terceiro hattrick na presente temporada, como voltou a isolar-se como melhor marcador do campeonato, no fecho da primeira volta, agora com 17 golos - mais dois do que o rival Luis Suárez (15), do Sporting.

Surpresa

Sidny Cabral precisou apenas de três minutos em campo para mostrar serviço na sua estreia pelo Benfica. O primeiro reforço de inverno fez o que quis no corredor direito e brilhou na assistência para o hatrrick de Pavlidis, sendo que ainda ameaçou o golo ao assumir a cobrança de um livre direto. Por todo o contexto, bastou uma entrada ao minuto 77 para se afirmar como a grande surpresa do encontro.

Desilusão

Alejandro Marqués apresentou-se a um nível abaixo daquele a que habituou os adeptos do Estoril, ao ponto de não ter conseguido fazer um único remate, contrariamente aos seus colegas de ataque. Para além disso, ainda pecou na forma como abordou o lance que deu a grande penalidade (e o primeiro golo do Benfica), tendo sido substituído ao minuto 66 para dar lugar a Fabrício Garcia.

Treinadores

José Mourinho pretendia fazer três ajustes no onze inicial (em todos os setores), mas acabou por fazer apenas dois por força da lesão sofrida por António Silva, num jogo em que soube resistir à contestação da primeira meia hora para colocar o Benfica por cima do jogo nos momentos mais decisivos. A cartada final - leia-se 'dedinho' no caso do experiente treinador - saiu do banco, dada a aposta certeira no reforço Sidny Cabral.

Ian Cathro procedeu a uma única alteração na equipa titular e tentou colocar o Estoril a jogar olhos nos olhos do Benfica, algo que até foi uma realidade durante grande parte da partida. As várias substituições permitiram dar frescura no momento de tentar o empate, mas faltou alguma lucidez para assustar verdadeiramente a baliza defendida por Trubin.

Árbitro

Anzhony Rodrigues teve de ser auxiliado pelo videoárbitro no lance de grande penalidade que ditou o golo inaugural do Benfica, mas de resto realizou uma exibição segura, sem decisões polémicas, gerindo a partida do ponto de vista disciplinar com poucos cartões amarelos (apena dois para o lado do Estoril).

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