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FC Porto e Benfica LIVRES! Processos Por 'Guerra' à Arbitragem ARQUIVADOS



O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) anunciou, em forma de comunicado emitido ao final da noite desta sexta-feira, a decisão de avançar para o arquivamento do processo de inquérito aberto no passado mês de novembro, aquando das acusações públicas levadas a cabo pelo FC Porto contra Fábio Veríssimo.


Em causa, está uma nota partilhada pela direção liderada por André Villas-Boas, após o triunfo conquistado na recepção ao Sporting de Braga, por 2-1, na qual era apontado o dedo ao árbitro da Associação de Futebol de Leiria (o mesmo que se viu envolvido no 'caso da TV', entretanto resolvido com multas), por episódios registados mais de um mês antes, na goleada imposta ao Arouca, por 0-4.

"Relativamente ao árbitro Fábio Veríssimo, o FC Porto considera importante dar nota que, após o término do último Arouca-FC Porto, e perante várias testemunhas, o árbitro em questão ameaçou dirigentes do clube com expulsões e outras formas de intimidação, ameaças essas que, no entendimento do FC Porto, vieram a concretizar-se no jogo do passado domingo", podia ler-se.

"O sucedido será objeto de participação ao Conselho de Disciplina, para que o referido árbitro possa explicar as motivações desta conduta que, no entender do FC Porto, não apenas infringe deveres a que aquele está adstrito, como consubstancia um comportamento persecutório", completaram os dragões, que viram, no entanto, a queixa ficar sem efeito.

Rui Costa e José Mourinho também escapam

Neste mesmo documento, é comunicada a decisão de arquivar os processos disciplinares abertos a Rui Costa e José Mourinho, respetivamente, presidente e treinador do Benfica, na sequência das críticas dirigidas à equipa de arbitragem liderada por João Gonçalves, a 28 de dezembro, após o empate a duas bolas com o Sporting de Braga, na Pedreira.

Na altura, a ira do líder máximo do clube da Luz foi dirigida, particularmente, ao VAR, Tiago Martins, o mesmo que já tinha culpado pela derrota sofrida na final da passada edição da Taça de Portugal, perante o Sporting, por 3-1, após prolongamento, por não ter sancionado a pisadela de Matheus Reis a Andrea Belotti.

"O último jogo dele foi o da falta da final da Taça de Portugal. Ter visto esta falta e não ter visto aquela... O Sporting de Braga tem direito a lamentar-se, eu estou aqui como presidente do Benfica. Foi um jogo bem jogado, e fica um golo limpo que dava a reviravolta ao Benfica. Podia condicionar e foi anulado de forma inacreditável", afirmou.

"O 2-3 não nos parece, por nada, falta, mas é o que é. Deixamos aqui mais dois pontos quando aquele golo limpo nos podia ter dado a vitória (...). O Benfica vai continuar a questionar erros como este e árbitros que continuam, como [António] Salvador disse e ajuda-me na leitura, se há condições para continuarem a apitar", acrescentou.

O Special One, por seu lado, atirou: "Marcamos três golos limpos, 3-2. Mas, repito, gostei da arbitragem. Um ou outro cartão amarelo um bocadinho esquisito, uma ou outra bola com a jogada interrompida a eliminar a vantagem para o ataque, mas admito que é um jogo difícil de apitar. Honestamente, gostei da arbitragem".

"Na hora de cometer o erro que decidiu o jogo, foi acompanhado pelo senhor que estava no VAR. Depois, acontecem estas coisas estranhas, de clubes que ganham muitos jogos com erros, e outros que perdem muitos pontos com erros também. Como temos uma viagem longa pela frente, quero sair com a alegria e a convicção, ainda que me chamem maluco, de que viramos o jogo e ganhamos", completou.

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