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Renato Paiva Vítima de Roubo em Avião: "Paguei a Peso de Ouro", Acusa



O treinador português Renato Paiva denunciou na tarde de domingo, através de uma publicação nas suas redes sociais, que foi vítima de um roubo durante a viagem que iniciou no sábado e que teve Rio de Janeiro como ponto de partida e Lisboa como destino final.

Numa publicação feita na secção de stories da rede social Instagram, o treinador de 55 anos afirmou que teve a "mala assaltada" e que lhe foram "roubados itens para presentear familiares", entre os quais estavam "várias camisolas de clubes brasileiros".

Renato Paiva, que partilhou ainda as informações com o seu bilhete de embarque, identificou a TAP na mesma publicação, companhia aérea portuguesa pela qual viajou, pedindo ainda uma intervenção da empresa lusa. Renato Paiva lamentou a "segurança zero", apesar do valor que pagou "a preço de ouro" pelos bilhetes.

"Voo TAP Air. Voo Rio de Janeiro-Lisboa. Cliente Premium. Passagens de alto preço com garantias de vantagens! Mala assaltada e roubador itens para presentear familiares! Várias camisolas de clubes brasileiros roubadas. Segurança zero! Mas pagamento do voo a preço de ouro! Uma deceção e prejuízos! TAP Air Portugal, aguardo providência já que sabemos que há câmeras para identificar os culpados!", escreveu o técnico de 55 anos.

Notícias ao MinutoA reação do treinador português© Instagram Renato Paiva

 

Renato Paiva, refira-se, está livre no mercado após orientar Botafogo e Fortaleza em 2025, tendo sido despedido deste último clube no passado mês de setembro. No horizonte está a possibilidade de treinar a Universidad de Chile, da primeira divisão chilena.

Críticas recentes a John Textor

Numa entrevista à RMC Sport, o treinador português falou sobre a relação fria que manteve com John Textor, o acionista maioritário do Botafogo.

"Durante quatro meses, conversei com esse senhor no dia da minha entrevista para assinar o contrato, quando jogámos o primeiro jogo contra o Palmeiras no campeonato. Ligou-me antes do jogo. Depois, encontramo-nos no Mundial de Clubes em Seattle. Depois, no dia do jogo contra o PSG e no dia do jogo contra o Palmeiras. Conversei com esse senhor cinco vezes. Toda a comunicação, todas as mensagens sobre como jogar, como escolher a equipa, colocar fulano nessa posição ou sicrano naquela posição ou sobre o meu sistema tático, tudo isso foi através de mensagens dos meus dirigentes", começou por dizer Renato Paiva.

"Esses dirigentes estavam comigo todos os dias, assistiam aos treinos e acompanhavam a preparação para os jogos. Percebiam as minhas escolhas. Era uma relação fria com John Textor. Para mim, é muito estranho que um dono do clube fale com o seu treinador apenas cinco vezes em quatro meses. Mas é assim que as coisas são e era assim que era meu relacionamento com ele. Fui despedido porque não estava a fazer certas coisas que ele queria que eu fizesse. Ele é o dono, tudo bem, mas contratou um treinador com as suas próprias ideias. Tem o direito de fazer o que fez, mas não da maneira que fez. Tenho as minhas ideias. Se tiver de morrer, morrerei com as minhas ideias. O que é diferente de não ouvir. Eu ouvia os meus dirigentes. Mas não ia fazer coisas malucas", frisou.

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