A caminho dos 32 anos de idade, e com contrato válido até junho de 2027 (com mais um ano de opção), Bruno Fernandes é um dos nomes que mais vai agitando a atualidade do Manchester United, sem qualquer tipo de garantia de que irá permanecer no clube, além do próximo mercado de transferências de verão.
Com isso em mente, os red devils já começaram a traçar um plano de sucessão, e, de acordo com a edição desta terça-feira do jornal britânico The Telegraph, Mateus Fernandes é o nome que mais lhes agrada, especialmente, caso se venha a confirmar a despromoção do West Ham ao Championship, o segundo escalão do futebol inglês.
Quando restam apenas três jornadas por disputar, até ao final da presente temporada desportiva de 2025/26, a equipa orientada pelo treinador português Nuno Espírito Santo mora no 18.º e antepenúltimo lugar da Premier League, imediatamente abaixo da 'linha de água', a um ponto de distância do Tottenham.
Os hammers pretendem manter o jogador formado no Sporting, pelo qual pagaram, em 2025, ao Southampton, (que, na altura, também tinha descido de divisão) qualquer coisa como 44 milhões de euros (mais 4,5 milhões de euros em bónus), mas um eventual 'tombo' tornará esta uma missão praticamente impossível.
No entanto, acrescenta a publicação, Mateus Fernandes não é o único jogador referenciado pela formação sediada em Old Trafford. Morgan Rogers, do Aston Villa, é outro dos médios em vista, juntamente com Adam Wharton, do Crystal Palace, Elliot Anderson, do Nottingham Forest, e Sandro Tonali, do Newcastle.
Bruno Fernandes não é a única 'dor de cabeça' do Manchester United
O próximo defeso irá, de resto, ser, ao que tudo indica, palco de uma autêntica 'revolução' no meio-campo do Manchester United, de tal maneira que apenas... um jogador tem continuidade garantida. Trata-se de Kobbie Mainoo, que, ainda na passada semana, renovou contrato, até junho de 2031.
Os red devils também querem 'segurar' Bruno Fernandes, mas a palavra final caberá ao próprio, até porque conta com vários interessados, nomeadamente, na Arábia Saudita, país ao qual deu uma 'nega', há menos de um ano, apesar da fortuna que o Al Hilal (então, comandado por Jorge Jesus) estaria disposto a pagar-lhe.
Manuel Ugarte, outro antigo jogador do Sporting, tem vindo a perder cada vez mais espaço, particularmente, desde a saída do treinador português Ruben Amorim e da chegada do atual treinador, Michael Carrick, pelo que também pode ter os 'dias contados' (Aurélien Tchouaméni, do Real Madrid, é o substituto predileto).
Já Casemiro, ex-FC Porto, tem a saída garantida, dado o elevado ordenado que aufere (cerca de 400 mil euros por semana, um dos maiores de toda a Premier League), a idade (acabou de festejar o 34.º aniversário) e o facto de o contrato entre ambas as partes terminar já no próximo mês de junho.
O internacional brasileiro tem, também ele, 'pretendentes' na Arábia Saudita, mas o futuro deverá mesmo passar pelos Estados Unidos da América, visto que está na agenda, não só do Inter Miami (de Lionel Messi e companhia), como também dos Los Angeles Galaxy.
