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Rauany Barcellos Dá Show De Coragem! Noiva De Hugo Souza Rebate Ex-Goleiro Ídolo Após Comentário Racista: "Conta Pra Gente!"



A influenciadora Rauany Barcellos se pronunciou nas redes sociais nesta segunda-feira (23) em defesa do noivo, o goleiro Hugo Souza, do Corinthians, após o jogador ser alvo de ofensas racistas enquanto deixava o campo depois da vitória do clube sobre a Portuguesa nos pênaltis, no domingo (22).

Em vídeos publicados nos stories, Rauany fez um desabafo contundente sobre o episódio e criticou a naturalização desse tipo de comportamento.

“Esse tipo de comentário só mostra como a nossa sociedade continua cada vez mais racista”, afirmou.

Rauany Barcellos e Hugo Souza — Foto: Reprodução/Instagram

“Racista é covarde”, diz influenciadora

Rauany declarou que o preconceito tem se reinventado ao longo do tempo, mas segue presente:

“O tempo passa, a gente ganha informação, aprende, e as pessoas continuam cada vez mais racistas. Só que vão arrumando formas novas de se esconder.”

Ela também criticou a sensação de impunidade:

“Uma pessoa que tem coragem de fazer isso num estádio, do lado da polícia militar, está confortável.”

Sem generalizar, a influenciadora questionou a falta de aplicação rigorosa da lei em casos como esse.

Ofensas e reflexão sobre racismo estrutural

Segundo Rauany, o torcedor teria chamado Hugo Souza de “favelado” e feito comentários sobre o cabelo do atleta. Ela reforçou que esse tipo de ataque direcionado a características físicas de pessoas negras configura racismo.

“Quando você se refere ao cabelo crespo de forma ofensiva, para diminuir, isso é racismo.”

A influenciadora também rebateu comentários nas redes sociais que tentaram minimizar o episódio:

“É isso que deixa um racista confortável para continuar sendo racista.”

“Não é só sobre quem sofre, é sobre quem aprende”

Rauany destacou ainda o impacto desse tipo de atitude em crianças que presenciam a cena:

“A criança vê aquilo como exemplo. Aquilo vira algo que pode ser repetido.”

Ela concluiu afirmando que, muitas vezes, quem comete o crime segue a vida normalmente, enquanto a vítima carrega as marcas emocionais do episódio.

O caso reforça o debate sobre racismo no futebol brasileiro e a necessidade de punições efetivas para coibir esse tipo de crime dentro e fora dos estádios.

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