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Paul Merson DESTRÓI Amorim: "Queria Ser Despedido do United e NÃO Sabe Colocar Jogadores!"




Completa-se, esta quinta-feira, precisamente um mês do dia em que o Manchester United decidiu avançar para a demissão de Ruben Amorim, na sequência de uma primeira metade de temporada de 2025/26 aquém das expetativas, que culminou com um empate a uma bola concedido ante o Leeds United, em Elland Road.


Ainda assim, o treinador português (durou apenas 14 meses no cargo, depois de ter sido adquirido ao Sporting, a troco de uma verba na ordem dos 11 milhões de euros) continua a dar que falar, em Inglaterra, e foi mesmo alvo de chacota por parte do antigo internacional inglês Paul Merson, durante a participação no podcast 'Stick to Football', transmitido pelo canal de YouTube 'The Overlap'.

O agora comentador desportivo, de 57 anos de idade, analisava as recentes prestações do 'seu' Arsenal (clube que representou, por 425 ocasiões, entre 1986 e 1997), entre elas, a derrota sofrida perante os red devils, já sob o comando de Michael Carrick, em pleno Emirates Stadium, por 2-3, tendo aproveitado para criticar o trabalho do seu antecessor.

"Eles jogaram contra o Manchester United no momento errado. Há 'timings'. No final da temporada, tudo tem a ver com 'timings'. Há cinco semanas, jogar contra o Manchester United, em casa, era uma vitória garantida, percebem. Estavam todos a jogar nas posições erradas, não faziam ideia, e o treinador continuava na sua", começou por afirmar.

"Ele queria ser despedido. Todos os sábados, estava sentado no aeroporto, com as malas na mão, à espera, e, depois diziam-lhe que tinha de voltar. Era essa a sensação, não era? Sempre que aparecia, era como se estivesse a dizer 'Eu despedia-me, se pudesse. Quem é que não me despediria?'", prosseguiu, entre risos.

"Depois, ia para o aeroporto, sentava-se lá, a mulher ligava-lhe a perguntar 'Quanto tempo é que vai demorar', e ele respondia 'Estou só à espera'. Depois, o aeroporto fechava e ele tinha de voltar", completou.

 

Ainda assim, Paul Merson sublinhou que nem tudo está mal, no Manchester United, e, para o ilustrar, 'sacou' de um outro português. Neste caso, de Bruno Fernandes, um jogador cujas caraterísticas, assumiu, poderiam dar jeito ao Arsenal, por conta das dificuldades sentidas contra equipas que jogam com blocos mais baixos.

"Acho que todas as posições estão em aberto. Se visitassem o Leeds United, no fim de semana, eu jogaria com [Gabriel] Martinelli, porque, haveria muito espaço e o Leeds United não tentaria atacar. Se jogassem em casa, contra alguém que alinhe com dez jogadores atrás da linha da bola, não me parece que Martinelli tenha a agilidade de um [Leandro] Trossard", refletiu.

"Penso que seria nessa ocasião que eu jogaria com Trossard, que só vai ser tão bom quanto o avançado com o qual puder combinar. Vimos isso, no Manchester United, no outro dia. [Bruno] Fernandes marca os seus golos com combinações, percebem? No Arsenal, não há essa ligação, e penso que é aí que sentem dificuldades, e vão continuar a sentir, em casa. Eu adoro o Declan Rice, mas ele não vai fazer a bola passar pelo buraco da agulha, percebem?", concluiu.

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