George Weah (ex-jogador liberiano, único africano a ganhar o Ballon d'Or em 1995) já declarou várias vezes que nunca venderia o troféu, mesmo por quantias enormes (bilhões de dólares). Ele enfatiza que o prêmio não é só dele, mas um símbolo para toda a África e para as gerações futuras.
Ele disse explicitamente que instruiu os filhos a nunca venderem o Ballon d'Or, porque "pertence à África" e representa um legado maior que dinheiro.
