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Acabaram-Se Os Preservativos Nos Jogos Olímpicos De Inverno! 10.000 Unidades Em 72 Horas



Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, disputados nas regiões italianas de Milão e Cortina d'Ampezzo, estão a revelar-se particularmente ricos em histórias... de amor. No entanto, porventura, nenhuma será tão curiosa quanto aquela que foi desvendada, esta sexta-feira, pelo jornal Corriere del Veneto.


A competição, recorde-se, arrancou no passado dia 6 de fevereiro, mas, passadas meras 72 horas... já não sobrava nem um dos quase 10.000 preservativos (um número considerável, ainda que bastante inferior aos 300.000 distribuídos nos Jogos Olímpicos de Verão de 2024, em Paris) destinados aos 2.871 atletas de mais de 90 países que disputam as 116 competições (em oito modalidades) deste evento.

A procura por este método de contracepção superou em muito a oferta, de tal maneira que, acrescenta a publicação, até ao momento, ainda não há qualquer tipo de previsão relativa ao tempo que será necessário para levar a cabo uma reposição do stock, para 'desespero' de quem dele necessita.

Os Jogos Olímpicos do amor...

Não têm, de resto, faltado episódios dignos dos mais clássicos romances da história da literatura, nestes Jogos Olímpicos de Inverno. Um dos mais recentes teve lugar na quinta-feira, quando Breezy Johnson, acabada de conquistar a medalha de ouro na prova de 'downhill', foi pedida em casamento pelo namorado, Connor Watkins.

"Eu tinha-lhe dito que sempre sonhei ser pedida em casamento nos Jogos Olímpicos, por isso, tinha um pressentimento (...). Pareceu-me apropriado combinar dois dos meus amores", atirou a própria, entre sorrisos e muita emoção, com uma tirada final: "E também se consegue uma fotografia gratuita".

... e da traição

No entanto, e como a vida não é um conto de fadas, nem tudo pode terminar bem. Que o diga Sturla Holm Laegreid, que apanhou tudo e todos de surpresa, quando, após arrecadar a medalha de bronze, prova individual masculina dos 20 quilómetros, confessou uma traição à agora ex-namorada, na estação televisiva norueguesa NRK.

"Há uma coisa que quero partilhar com alguém que pode não estar a ver hoje. Há seis meses, conheci o amor da minha vida. A pessoa mais bonita e mais amável do mundo. Há três meses, cometi o maior erro da minha vida ao traí-la e contei-lhe há cerca de uma semana. Esta tem sido a pior semana da minha vida", afirmou, entre lágrimas.

Quem não achou piada a nada disto foi a própria antiga companheira do atleta norueguês de 28 anos de idade, que, numa carta enviada ao jornal Verdens Gang (VG), deixou bem claro que não estava aberta a uma eventual reconciliação, devido à gravidade do caso que culminou na separação.

"É difícil de perdoar. Mesmo depois de uma declaração de amor perante todo o mundo (...). Eu não escolhi ser colocada nesta posição, e magoa-me ter de estar no meio da mesma. Nós mantivemos o contacto, e ele está a par das minhas opiniões relativamente àquilo que aconteceu", sublinhou.

Em resposta, Sturla Holm Laegreid emitiu um comunicado: "Arrependo-me profundamente de ter trazido a público esta história pessoal, naquilo que era um dia festivo para o biatlo norueguês. Hoje, não estou bem em mim, e não estou a pensar com clareza".

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