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Nuno Espírito Santo à Beira do Despedimento Pela Segunda Vez em 3 Meses



O West Ham estará a ponderar seriamente a possibilidade de avançar para a demissão de Nuno Espírito Santo, o homem que escolheu para fazer face ao despedimento de Graham Potter, no final do passado mês de setembro, mas que tarda a conseguir dar a volta à crise de resultados desportivos que se abateu sobre o clube.


Feitas as contas, o treinador português venceu apenas dois dos 13 jogos que disputou, desde a chegada ao Estádio Olímpico de Londres. Dos restantes, quatro terminaram em empate e sete em derrotas, a mais recente das quais no passado sábado, em 'casa', perante o Fulham, equipa orientada pelo compatriota Marco Silva, por 0-1, fruto de um golo assinado por Raúl Jiménez, antigo jogador do Benfica.

De acordo com informações adiantadas, esta segunda-feira, pela rádio britânica talkSPORT, os responsáveis dos hammers já terão feito saber ao antigo guarda-redes que, a não ser que este mostre sinais de ser capaz de relançar a equipa na luta pela manutenção no principal escalão do futebol inglês, nas próximas partidas.

Neste momento, os homens de Nuno Espírito Santo moram na 18.ª posição da Premier League, imediatamente abaixo da 'linha de água', com 13 pontos, menos cinco do que... o Nottingham Forest, equipa que têm à frente, e que, há pouco mais de três meses, 'correu', precisamente, com o timoneiro de 51 anos de idade.

Além do momento desportivo, acrescenta a publicação, a direção da formação londrina estará indignada com uma série de opções tomadas pelo treinador português, sobretudo, pelo facto de este recusar atuar com um ponta de lança 'de raiz', remetendo Callum Wilson ao banco de suplentes, e preferindo adaptar à função o extremo Jarrod Bowen.

"Tenho de exigir mais de mim mesmo, mas..."

O momento está longe de ser o mais favorável, mas, na conferência de imprensa que se seguiu ao apito final do duelo com o Fulham, Nuno Espírito Santo recusou ser utilizado como bode expiatório: "Quando as coisas não estão a correr bem, pode ser fácil apontar dedos, mas, no final, somos nós que temos de mudar o rumo dos acontecimentos".

"Eu tenho de exigir mais de mim mesmo, mas todos nós temos de exigir mais uns dos outros. Alguns jogadores falaram, depois do jogo, o que é bom. É sempre difícil, quando há emoções, depois de se perder um jogo, mas, aqui, temos um grupo muito bom, e todos sabemos que temos de exigir mais de nós mesmos", sublinhou.

"Temos um jogo, na terça-feira, por isso, temos de recuperar bem, fazer as coisas certas e regressar aos treinos com a mesma mentalidade. Vamos jogar com o Brighton, e, depois disso, teremos um ciclo de jogos importantes, por isso, ainda há muito por que jogar", acrescentou o técnico natural de São Tomé e Príncipe.

A recepção do West Ham ao Brighton está agendada para as 19h30 (hora de Portugal Continental) da próxima terça-feira. Depois disso, haverá lugar a embates com Wolverhampton (no Molineux Stadium, no sábado) e Nottingham Forest (no Estádio Olímpico de Londres, a 6 de janeiro), adversários diretos na luta pela manutenção.



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