HUMILHAÇÃO! Benim Barrado ao Tentar Trocar Camisolas com Messi

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Os jogadores de Benim tentaram trocar de camisolas com os da Argentina, mas foram barrados pela segurança. O seleccionador Gernot Rohr admitiu ter presenciado um momento histórico, mas não escondeu a desilusão do grupo.


A despedida de Lionel Messi da selecção argentina, ocorrida na noite de terça-feira no Estádio Monumental, em Buenos Aires, correu mundo, mas há quem tenha ficado desiludido. Foi o caso dos jogadores de Benim, seleção adversária no derradeiro jogo do astro argentino, que saíram 'de mãos a abanar'. A revelação foi feita pelo seleccionador Gernot Rohr, em declarações proferidas no podcast "Rothen s’enflamme", da RMC Sport. O seleccionador de Benim até disse ter ficado honrado por participar num momento histórico, mas rapidamente apontou o dedo à postura dos jogadores da Argentina e às restrições impostas pela equipa de segurança, que impediram os seus jogadores de concretizar os pedidos


 

"Estamos muito felizes por termos entrado na história, sobretudo por se tratar de uma grande figura do futebol como Lionel Messi. E jogar este encontro no Monumental foi uma experiência extraordinária para os meus jovens jogadores", começou por dizer Gernot Rohr. 


"O único ponto negativo foi o facto de os argentinos não terem dado nada aos nossos jogadores. Nem sequer uma fotografia com Messi. Queríamos trocar camisolas, mas não conseguimos nenhuma. Nem sequer nos deixaram entrar no corredor deles. A segurança impediu toda a gente de entrar. Havia jogadores que levavam as suas camisolas para trocar com outros jogadores argentinos. Tentámos de tudo, mas não resultou", lamentou. 


A única recordação (que já existia) 

Para lá dos registos fotográficos, que ficaram na história do futebol mundial, a única recordação que Benim levou deste jogo contra a Argentina, averbando uma derrota (0-3), foi mesmo uma camisola de Messi que Rohr já tinha na sua posse de 2018. A mesma já se encontrava autografada pelo astro argentino, mas ganhou ainda maior valor com uma nova assinatura: a de Lionel Scaloni, selecionador argentino. 


"Eu consegui dar a minha camisola de Messi de 2018, que me tinha autografado depois de um jogo contra a Nigéria no Mundial, ao selecionador Lionel Scaloni. Ele autografou-a e devolveu-a. Esperei meia hora, mas sem problema", revelou. 


Nem CR7 ficou indiferente à despedida de Messi 

Lionel Messi não desiludiu na hora de se despedir da selecção argentina, chegando aos 126 golos num total de 208 internacionalizações. Para além de ter marcado o golo que fixaria o resultado final (3-0), o astro do Inter Miami assistiu para os golos de Nicolás Otamendi e Nico Paz, todos eles na segunda metade da partida contra o Benim. 


No final, Messi foi alvo de uma homenagem com recurso a um espetáculo de drones e também 'abriu o coração' aos adeptos, agradecendo o carinho recebido ao longo dos 21 anos de ligação à seleção argentina, pela qual se sagrou campeão mundial em 2022, no Qatar. 


Messi também assinalou o adeus nas redes sociais, com uma publicação emotiva nas redes sociais, e nem Cristiano Ronaldo ficou indiferente. Mesmo a viver uma situação de conflito com a seleção, o avançado português, que ombreou durante vários anos com Messi na luta pelo título de melhor jogador do mundo, fez questão de deixar uma mensagem ao eterno rival. 


"Leo, tantos anos a defender o teu país e uma história que ficará para sempre. Todo o meu respeito por aquilo que alcançaste com a Argentina. Um abraço", escreveu o CR7, na caixa de comentários.

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