França Favorita Ao Título, Mas Há Quem Aposte No Carrasco De Portugal! Espanha É A Grande Ameaça

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Os quartos de final do Mundial2026 arrancam já na noite desta quinta-feira e o grande vencedor está cada vez mais perto de ser conhecido. As apostas ficam, assim, cada vez mais reduzidas, mas o jornal Guardian escreve que França é a principal favorita. No entanto, há outra que pode conquistar o troféu e que é bem conhecida dos portugueses: Espanha, a seleção que eliminou a equipa das quinas nos oitavos de final. 

Uma análise do portal Squawka coloca a seleção espanhola como a que tem maior probabilidade de ganhar o Mundial (26,7%). Segue-se França (24,5%), Argentina (16,3%) e Inglaterra (15,3%). 

O Squawka Signal calcula a probabilidade de cada seleção ganhar o Mundial, tendo em conta o caminho real que cada país tem até à final: os prováveis adversários, a dificuldade do lado do quadro em que está e a probabilidade de ultrapassar cada eliminatória.

Refira-se que os valores são atualizados depois de cada jogo. 

Meias-finais ficam definidas até domingo

A França, vice-campeã mundial em título, e Marrocos, quarto classificado em 2022, deram na quinta-feira o 'pontapé de saída' nos quartos de final do Mundial de futebol de 2026, que se prolongam até sábado.

A Argentina, detentor do título, e Marrocos, quarto classificado em 2022, são os sobreviventes fora da Europa nos quartos de final do Mundial de futebol de 2026.

Nos 'oitavos', os vencedores das duas últimas edições da Copa América e os finalistas vencidos da derradeira CAN (Taça Africana das Nações), não tiveram pela frente formações do 'velho continente', eliminando Egito e Canadá, respetivamente.

Argentina e Marrocos vão ter a companhia de três campeões mundiais, a vice-campeã em título França (1998 e 2018), a Espanha (2010), 'carrasca' de Portugal, e a Inglaterra (1966), e ainda a Bélgica, que ultrapassou a 'batota' dos Estados Unidos, num 'caso Balogun' que não será esquecido, a Noruega e a Suíça.

Argentina é a única a jogar em 'casa'

A única seleção a jogar em 'casa' é agora a Argentina, sendo que, nas anteriores oito edições na América, entre países da CONMEBOL e da CONCACAF, isso só tinha acontecido em 1994, quando o Brasil esteve nos 'quartos' com sete formações europeias.

Nessa edição, a primeira nos Estados Unidos, os brasileiros acabaram por ganhar, superando os Países Baixos, nos quartos de final, a Suécia, nas meias-finais, e a Itália, na final, num embate decidido nos penáltis (3-2), após 120 minutos sem golos.

A Argentina defrontará nos 'quartos' a Suíça, no que será a reedição dos 'oitavos' de 2014, num jogo que os sul-americanos venceram por 1-0, após prolongamento, graças a um golo de Ángel Di María, servido por Lionel Messi, aos 118 minutos.

Depois de dois sofridos triunfos por 3-2, face a Cabo Verde, afastado apenas no prolongamento, e Egito, que vencia por 2-0 aos 78 minutos, a Argentina vai defrontar o segundo conjunto europeu na presente edição, após o 2-0 à Áustria, na fase de grupos.

Lionel Messi, autor de oito golos e uma assistência, e que já vai em nove jogos consecutivos a marcar em encontros do Mundial, desde os 'oitavos' de 2022, tem sido a grande figura da Argentina e da 23.ª edição da prova.

Os sul-americanos não estão, como o Brasil em 1994, sozinhos no confronto com os conjuntos europeus, uma vez que têm a companhia de Marrocos, a grande sensação da edição de 2022, ao ser a primeira africana a atingir as meias-finais.

A formação magrebina pode agora repetir a proeza, mas, para isso, tem de vencer a França, que continua a ser apontada como a principal candidata ao título, mesmo depois das imensas dificuldades para ultrapassar o Paraguai (1-0).

Com exceção para o jogo dos 'oitavos', os gauleses mostraram um imparável futebol ofensivo, alicerçado em Kylian Mbappé (sete golos), Michael Olise (cinco assistências) e Ousmane Dembélé (quatro golos), mais Bradley Barcola ou Désiré Doué.

Há outros confrontos (interessantes) 

Os restantes confrontos dos 'quartos' são 100% europeus, com muitas atenções centradas no embate entre a Noruega, de Erling Haaland (sete golos), e a Inglaterra, de Harry Kane (seis).

Os nórdicos, que nunca tinham chegado aos 'quartos', afastaram nos 'oitavos' o Brasil, num 2-1 selado com 'bis' de Haaland, assistido pelo benfiquista Andreas Schjelderup, enquanto os 'três leões' superaram o melhor dos coanfitriões, o México, com um sofrido triunfo por 3-2.

Quanto ao outro encontro, opõe a Espanha, 'carrasca' de Portugal nos 'oitavos', com um triunfo por 1-0, selado por Mikel Merino, à Bélgica, que bateu por 4-1 os Estados Unidos, num jogo muito polémico, depois de a FIFA ter, inexplicavelmente, ou talvez não, despenalizado o anfitrião Folarin Balogun.

Os espanhóis, detentores do cetro europeu, procuram repetir o título de 2010, enquanto os belgas querem replicar as presenças nas meias-finais de 1986 e, mais recentemente, de 2018.

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